quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Natal Providencial

A raça humana decaia
Como um cometa em pleno declínio
À se chocar com as duras rochas
Direto com a 'cara no chão'
Uma queda quase sem volta
Um voo em queda livre
Fez um abismo se abrir
Céus e terra como testemunha
Anjos, demônios, universo
Deus!

Pela desobediência dos ancestrais
Por um pecado só corroendo a alma
Dilacerando o caráter do homem
Ferindo coração, mente e honra do Criador

Deus!
Teve Deus O plano!
O plano de Deus-Criador
Redentor! 
Que providência tomou...

No tempo certo
Dividindo a história
Encarnou
Habitou entre nós
Se tornou como nós
Absolvendo para si
Transgressões, dilemas
Desvios, agressões nossa
Se tornando maldito...

Como filho da luz
Como filho da graça
Gerado do Espírito
Como homem vivendo
Criança em manjedoura
Adorada pelos magos
Estrelas brilhando seus caminhos

Homem de duras palavras
De boas ações
Aclamado pelos povos
Esperança maior e eterna!

Nome vivo, eterno, providencial!
Jesus, o Cristo de Deus!
De Nazaré para o mundo!
Refazendo o desfeito,
Religando a história,
Trazendo comunhão direta,
Fazendo-se cordeiro vivo
Pra nossa alegria e redenção.

Eis o natal.
Natal real!
Natal providencial!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Desculpas


                                           



Toda vez que aproxima o fim de ano é assim: me relembro com facilidade das promessas e planos que fiz no início do ano. 

Concluo que foram inversamente proporcionais as minhas investidas pra que eu tivesse sucesso e pudesse, ao final, contar àqueles que me cercam e me leem, da minha determinação em ter cumprido pelo menos a terça parte dos meus desejos.

Concluo também que sempre ao final, na hora de assentar num canto e enxugar o suor, fazer aquele balanço, aquela contabilidade, sempre vem junto as desculpas esfarrapadas, malcriadas mal elaboradas, jogando a culpa prá outrem, coisas, climas, ordenados, tempos, filhos, esposa, líderes, economia, saúde, etc. 

Concluo também que na maioria das vezes os meus sonhos não são tão legítimos assim... ou faltou a chancela determinada pelo Deus que creio me acompanhar. A legitimidade do Alto!

Concluo ainda na solvência natural que haviam naqueles propósitos. Eu, na minha santa ingenuidade, não estava contando com isso. As dificuldades viriam tranquilamente... claro que viriam! Mas, eu estava preparado para enfrentá-las?  Eu queria encará-las?

Eu devia ter considerado isso, dado um desconto. Afinal, eu tinha plena certeza que a minha fé estava 'inabalável', e era disso o que eu precisava...uma fé sem precedente, procedente do céu, vigorosa, inquestionável! E isso (eu achava) é o que bastava!

Concluo que faltou tato, fato, trato... Sobressai inato, incauto, imóvel, insatisfatório, sobressalente, desconfiado... com um 'da próxima vez.... ah, da próxima vez eu vou conseguir' martelando na cabeça.

Concluo que a certeza que eu preciso é confiar num senhorio superior, e divino, que me alcançe sem medida, que conheça as minhas inquietações e fragilidades, mas não se canse de mostrar-me aquela linha lá no horizonte, e que poderei alcançar meus sonhos, mas, sob a Palavra d'Ele, mais do que com o meu 'próprio esforço' (necessariamente)!

Então, que venha mais um ano de desafios, recomeços, honras, suores, desgastes, fé e vitórias!

 Amém!



A mensagem de fim de ano
que escrevi pra mim mesmo, mas
que sirva pra voce, meu leitor (a)!